quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Curiosidades sobre o tênis de mesa...


Estilos
Até 1985, existiam apenas dois estilos de jogo: o clássico e o caneteiro. No clássico, o jogador utiliza os dois lados da raquete, como no tênis, com o uso de forehands e backhands. No caneteiro, o competidor segura a raquete como uma caneta, e bate só com uma de suas faces. Os chineses desenvolveram um estilo misto, batizado no Brasil de “classineta”. A diferença é que os chineses não esticam os dedos na parte posterior da raquete, permitindo o golpe com os dois lados de acordo com a recepção da bolinha.
Velocidade máxima
A velocidade alcançada após uma cortada de um atleta adulto no tênis de mesa geralmente supera os 200 km/h. A situação é complicada para quem tem de defender o golpe, pois a distância percorrida pela bola e o tempo de reação são mínimos. O tênis de mesa é conhecido como o esporte com o tipo de bola mais rápida do mundo, sendo o esporte de raquete que mais produz efeito (rotação) na bola. Por isso, os jogadores chineses dizem que, durante uma partida, não existe no mundo nada mais que uma bolinha de tênis de mesa.
Pingue-pongue?
Em 1901, o inglês John Jacques registrou a marca “pingue pongue” e vendeu os direitos de uso do nome na América para a Parker Brothers, que fabricava e vendia kits de tênis indoor. Quando os praticantes do esporte nos Estados Unidos se reuniram para fundar uma associação, em 1903, a empresa exigiu uma enorme soma de dinheiro pelo uso da marca “pingue pongue”. Em resposta, os atletas passaram a usar somente a nomenclatura “tênis de mesa”, que se tornou a oficial e é consolidada até os dias atuais.
Você Sabia ?
• O tênis de mesa é um dos poucos esportes em que o biotipo não conta muito. A chinesa Deng Yaping, quatro medalhas de ouro em Barcelona-1992 e Atlanta-1996, mede pouco mais de 1,50 m. Já Vladimir Samsonov, de Belarus, tem quase 2,00 m.
• O atleta Zoran Primorac, da Croácia, já venceu cinco vezes o Mundialito do Brasil na categoria individual. Chen Jing, de Taiwan, também se sente em casa no Brasil: em todas as vezes que esteve jogando no Brasil foi a campeã individual.
• Em 1977, o Comitê Olímpico Internacional reconheceu o tênis de mesa como esporte olímpico, e nos Jogos Olímpicos de Moscou-1980, o esporte participou como exibição. Nas Olimpíadas de Seul-1988, foi oficializado, começando a distribuir medalhas.
• Muitos chineses que não entram na equipe nacional mudam de nacionalidade para poderem competir. No Pan de Santo Domingo-2003, o ouro ficou com o chinês naturalizado dominicano Lin Ju, que mal conhecia a bandeira do país quando subiu ao pódio.
• A equipe canadense de tênis de mesa tem um trunfo contra o Brasil, caso os dois países se cruzem em Pequim. O brasileiro Marles Martins, que já foi técnico da equipe do Brasil, agora faz parte da comissão técnica canadense.
• Esporte dominado pelos chineses, o tênis de mesa também é muito popular entre os tibetanos. Na residência do líder budista Dalai Lama, na Índia, os monges budistas que também habitam o local costumam praticar o esporte diariamente.
Origem do Tênis de Mesa
O tênis de mesa tem origem em esportes praticados na Grécia Antiga, mas o formato atual foi criado na Inglaterra, em 1870. Foi em um clube de tênis, em um dia chuvoso, com material totalmente improvisado: tampas de madeira das caixas de charutos utilizadas como raquetes e rolhas de cortiça arredondadas utilizadas como bolas na superfície de uma mesa de bilhar, dividida por livros que formavam a “rede”. Os estudantes universitários adotaram rapidamente o jogo de salão e o divulgaram por todo o território das Ilhas Britânicas.
Regras do Tênis de Mesa
A modalidade encontrou adeptos e atravessou fronteiras. Em 1891, o norte-americano James Gibbs, famoso atleta e fundador da American Athletic Association, improvisou um material que consistia em uma rede fixa a dois pequenos postes sobre uma superfície de madeira elevada do chão. Com esse material, Gibbs criou um jogo disputado a 21 pontos utilizando bolas de borracha. Pouco tempo depois, Gibbs substituiu as bolas de borracha por umas pequenas bolas de celulóide encontradas à venda no mercado.
A invenção da raquete coberta por uma camada de borracha em ambos os lados é atribuída a E.C. Goode, um jogador inglês. Este jogador forrou sua raquete com um pano de borracha similar ao utilizado pelos farmacêuticos para colocar encima do balcão onde faziam a manipulação das formulas médicas. Graças a seu invento, Goode venceu inúmeros torneios.
A ITTF
As regras do jogo foram codificadas em 1922 por Ivor Montagu, um estudante da Universidade de Cambridge. Em janeiro de 1926, cinco países (Áustria, Inglaterra, Alemanha, Hungria e Suécia) fundaram a ITTF (Federação Internacional de Tênis de Mesa), em Londres, coincidindo com a disputa do 1º Campeonato Mundial, do qual participaram jogadores da Hungria, Áustria, Inglaterra, País de Gales, Tchecoslováquia e Alemanha. No feminino, o campeonato foi disputado apenas por onze jogadoras inglesas, duas austríacas e uma húngara.
Em 1967, em um congresso realizado na cidade de Estocolmo, na Suécia, começou a ser debatida a inclusão do tênis de mesa nas Olimpíadas. Dez anos mais tarde, o diretor técnico do COI, Harryu Banks, escreveu oficialmente para a ITTF, comunicando que o Comitê Olímpico Internacional tinha resolvido reconhecer o tênis de mesa como esporte olímpico. Durante o 11º Congresso Olímpico em Baden-Baden, na Alemanha, em 1981, foi resolvido incluir o tênis de mesa nos Jogos de Seul, em 1988. Desde então, o esporte vem sendo disputado em todas as edições. E a China ganhou nada menos do que 16 das 20 medalhas de ouro já disputadas.
O Tênis de Mesa no Brasil
O tênis de mesa foi introduzido no Brasil por turistas ingleses na primeira década do século 20. Em 1912, as atividades do esporte começaram a ser organizadas com a disputa do 1º Campeonato por Equipes, em São Paulo, vencido pela equipe do Vitória Ideal Clube.
Em 1940, jogadores das cidades de Rio de Janeiro e de São Paulo se reuniram para unificar critérios e para aprovar a tradução das regras encaminhando o pedido de oficialização do esporte junto a CBD (Confederação Brasileira de Desporto). Nascia assim, em 1942, a Associação de Ping-Pong, mais tarde rebatizada como Federação de Tênis de Mesa.
Em 1947, o Brasil participou pela primeira vez do Campeonato Sul-Americano. Desde então, o tênis de mesa brasileiro vem disputando todos os torneios continentais e mundiais da categoria. Atualmente, o jogador com maior destaque é Hugo Hoyama, que conquistou dez medalhas em Jogos Pan-Americanos, sendo sete de ouro. Outro atleta com destaque na história do esporte nacional é Claúdio Kano, que ganhou 12 medalhas em Pan-Americanos, sendo sete de ouro. Cláudio faleceu num trágico acidente de motocicleta em 1996, um dias antes de embarcar para o Canadá, onde faria sua última etapa de preparação para as Olimpíadas de Atlanta.
Naquela Olimpíada, Hoyama conseguiu o maior feito para o Brasil até agora no esporte. O mesa-tenista chegou às oitavas-de-final, quando eliminou o campeão mundial Jorgen Persson (Suécia). Em Jogos Olímpicos, porém, é comum os brasileiros não passarem da primeira fase pela forte competição dos asiáticos e europeus. Já no Pan-Americano, o País só perde em tradição para os norte-americanos, ainda a maior força da América.
Hoyama e Kano são representantes dos descendentes de orientais que dominaram as seleções brasileiras até a década de 1990. Lígia Silva, Bruno Anjos e, principalmente, Thiago Monteiro foram os primeiros mesa-tenistas sem ascendência asiática a se destacarem no cenário nacional e mundial.
Monteiro diversas vezes já esteve entre os 100 primeiros colocados do ranking mundial e em 2004 chegou a vencer o campeão olímpico de Atenas em uma etapa de Copa do Mundo. Lígia Silva também tem um lugar marcado na história por ter sido a primeira brasileira a se classificar para uma chave individual em Olimpíadas, em Sydney-2000. Em Pequim, o tênis de mesa brasileiro será representado por quatro atletas: os experientes Thiago Monteiro e Hugo Hoyama, além do estreante Gustavo Tsuboi e da jovem Mariany Nonaka, que participou dos Jogos de Atenas-2004 com apenas 16 anos.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Chinesa leva República Dominicana ao ouro por equipe no tênis de mesa Naturalizada desde 2003, Xue Wu fala espanhol com desenvoltura. Ouro renderá a ela e à companheiras cerca de R$ 18 mil, prêmio do governo


Pequenina, Xue Wu esconde em seus 1,61m e 51 kg uma força que vem de longe. Nascida na China e naturalizada dominicana, ela levou seu país ao ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara: venceu o primeiro e o último jogo da final por equipes - melhor de cinco - contra a Venezuela. No Pan do Rio, tinha sido bronze por equipe e prata no individual, esta última ao perder para Jun Gao, “chinesa americana”. Após receber abraços apertados das companheiras e do treinador, mostrou estar com o espanhol afinado.
- Estou muito feliz. O tênis de mesa ainda não é tão popular na América Latina como na China, mas está crescendo.
Xue tem 31 anos e, desde 2003, defende as cores da República Dominicana. A língua espanhola, no entanto, ela começou a aprender ainda antes.
- Em 2000, fui treinar na Espanha. Ainda estou aprendendo - conta, tímida.
A dominicana ocupa a 50ª posição no ranking mundial. É a melhor mesa-tenista da América Latina, mas só vem ao lado de cá alguns meses por ano. A classificação ao Pan veio durante o Campeonato Latino, no ano passado, também em Guadalajara.
Ouro vale prêmio de cerca de R$ 18 mil
Assim como outros atletas dominicanos que ganharem ouro em Guadalajara, Xue embolsará 400 mil pesos dominicano, cerca de R$ 18 mil. Trata-se de um prêmio concedido pelo Ministério do Esporte.
- Os Estados Unidos também têm vários atletas naturalizados. São poucos os países que dão oportunidades econômicas e acadêmicas a estrangeiros. Os atletas que se naturalizam muitas vezes representam seu país com mais amor e entrega do que os outros. Isso é o que importa - disse o ministro do Esporte da República Dominicana, Felipe Pallano.
No masculino, há outro chinês no Pan: Liu Song. Ele defenderá a equipe argentina na final contra o Brasil, ainda nesta segunda. No feminino, a equipe brasileira terminou em quinto ao perder para a Colômbia.
tênis de mesa Xue Wu (Foto: Getty Images)Após a vitória, mesa-tenistas pegaram a bandeira dominicana e comemoraram (Foto: Getty Images)

Equipe feminina do Brasil vence México e Cuba no tênis de mesa

A equipe brasileira feminina de tênis de mesa se deu melhor em seus dois primeiros compromissos nos Jogos Pan-americanos de Guadalajara, contra México e Cuba. Na estreia, em quatro partidas com as mexicanas, o Brasil venceu três, sofrendo apenas uma derrota.

Equipe de tênis de mesa do Brasil é ouro no Pan

Recordista absoluto na competição, Hugo Hoyama conquista sua 10ª medalha de ouro em Jogos Pan-AmericanosOs brasileiros Hugo Hoyama, Gustavo Tsuboi e Thiago Monteiro conquistaram nesta segunda-feira a sexta medalha de ouro para a delegação brasileira nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Os atletas venceram a equipe de tênis de mesa da Argentina por 3 a 1. Recordista da competição, Hoyama conquistou sua 10ª medalha de ouro em Pans.


Jessica Yamada vence segunda no tênis de mesa


Após vencerem, na manhã desta terça-feira(18/10), a primeira rodada do tênis de mesa individual no Pan-Americano de Guadalajara, Ligia Silva, Caroline Kumahara e Jessica Yamada jogaram, no início da noite, a segunda rodada da competição. Jessica foi a única a sair vitoriosa.
Ligia Silva foi a primeira jogar e, numa partida duríssima, foi derrotada, por 4 sets a 3 ( 9-11, 6-11, 11-8, 11-9, 8-11, 11-7 e 11-7), pela canadense Anqi Luo, Caroline Kumahara também perdeu seu jogo. Ela não foi páreo para mexicana Yadira Silva, que venceu por 4 a 2 (11-9, 7-11, 11-6, 11-7, 5-11 e 11-5). A única representante do Brasil a vencer, Jessica Yamada, venceu a mesatenista de Porto Rico Carelyn Cordero por 4 a 1, parciais de 11-6, 12-10, 7-11, 11-8 e 11-6.

Equipe de tênis de mesa já está na Vila Pan-Americana


Nesta sexta-feira (7) a equipe brasileira de tênis de mesa foi a primeira do país a desembarcar em Guadalajara, sede dos Jogos Pan-Americanos. Até então, apenas a comissão técnica do Time Brasil havia ocupado as dependências do prédio C6 da Vila Pan-Americana, na terça-feira (4).
Líder da seleção de tênis de mesa e detentor de nove medalhas de ouro, um recorde na história do Brasil em Jogos Pan-americanos, Hugo Hoyama é um veterano em número de participações no Pan, ao todo são sete. O mesatenista se vê otimista e motivado para competir nos jogos, mesmo podendo ser superado pelo nadador Thiago Pereira no número de medalhas de ouro conquistadas. "Ter o recorde é motivo de orgulho, mas se alguém me passar, será bom para o Brasil. Torcerei muito por todos os atletas do país. Meu objetivo é lutar pelas duas medalhas que disputarei, no individual e por equipes. Mesmo mais experiente, o frio na barriga antes da competição é normal. Vou superar a ansiedade e colocar em prática tudo que treinei para conquistar as medalhas", disse ao site do COB.
Os mesatenistas terão até o dia 15 de outubro para se acostumarem à altitude de Guadalajara. Segundo Hoyama, a altitude faz com que a bola fique mais leve e sua direção mude com facilidade, assim, fazendo muita diferença na hora da competição. Os atletas passarão a semana em treinamento.

Tênis de mesa garante sexto ouro brasileiro no México

A disputa por equipes no tênis de mesa foi responsável, ontem, pela sexta medalha de ouro do Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Confirmando o favoritismo, o time brasileiro venceu a Argentina por 3 a 1 e conquistou o bicampeonato pan-americano. Em 2007, no Rio, o Brasil também havia batido os argentinos na disputa pelo ouro por equipes. México e Cuba ficaram com as medalhas de bronze. A equipe campeã foi formada por Gustavo Tsuboi, Thiago Monteiro e Hugo Hoyama.

Com mais esta conquista, Hoyama chegou à sua décima medalha de ouro na história do Pan (em sete edições), abrindo vantagem na disputa interna contra Thiago Pereira para se manter como atleta brasileiro que mais ouros faturou em Jogos Pan-Americanos. O nadador, que já somou duas medalhas douradas em Guadalajara, chegando a oito na carreira, ainda pode conseguir mais seis no México e deve ultrapassar o mesa-tenista até o fim da competição. Hoyama ainda tentará o título no individual, que começa hoje.

Ontem ocorreu um feito histórico para o esporte brasileiro. O atleta Daniel Paiola classificou-se para as semifinais do torneio de simples do badminton. Com isso, ele já garantiu a medalha de bronze, a primeira individual do Brasil desta modalidade nos Jogos.

Em compensação, uma modalidade que costuma trazer medalhas para o Brasil está desapontando nessa edição dos Jogos. Dos seis brasileiros inscritos no taekwondo no Pan, cinco já lutaram e só Márcio Wenceslau conseguiu uma medalha, de bronze. A maior decepção foi o brasileiro Diogo Silva, que não conseguiu defender seu título ao ser eliminado nas quartas de final diante do norte-americano Terrence De'Andre Jennings. A esperança do ouro é de Natália Falavigna, que luta na terça-feira. Ela vem de um bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim e de uma prata no Pan do Rio.

Brasil é campeão no tênis de mesa


O recorde de medalhas de ouro de um brasileiro nos Jogos Pan-Americanos mudou nesta segunda-feira – mas o dono continua o mesmo. O Brasil venceu a Argentina na final masculina do tênis de mesa em Guadalajara-2011 e Hugo Hoyama chegou a 10 medalhas de ouro em sete edições diferentes dos Jogos.
Com isso, Hoyama ganha um respiro na disputa pessoal com Thiago Pereira. Desde o início do Pan, o mesa-tenista paulista sabe que deve perder o recorde para o nadador. No domingo, Pereira chegou a oito medalhas de ouro em três Pans. Ele, porém, ainda tem seis chances de subir ao lugar mais alto do pódio. Hoyama, só uma, no individual.
Na decisão, a rival foi a argentina e o temido Liu Song, atual bicampeão pan-americano. O bicho-papão, porém, não foi dos mais feios. No primeiro jogo, Gustavo Tsuboi fez 3 a 0 (11-8, 12-10 e 11-8) e deu o ritmo para o restante do duelo. No segundo jogo, Thiago Monteiro teve dificuldades contra Pablo Tabachnik no primeiro set, mas venceu por 3 a 1 (8-11, 11-6, 11-8 e 11-6).
Nas duplas, veio a derrota. Mesmo sem vencer no individual, ao lado de Gaston Alto o chinês Liu Song foi bem. A Argentina dominou o jogo e venceu Thiago e Hugo por 3 a 1 (11-5, 10-12, 11-9 e 11-8).

No quarto confronto, Hugo Hoyama fez o que precisava para garantir seu primeiro ouro nesta edição do Pan. Venceu Pablo Tabachnik por 3 sets a 1 e faturou o sexto ouro do Brasil na competição em Guadalajara. Após o último ponto, o mesa-tenista saiu correndo para comemorar o título com os companheiros.
"Estou muito feliz pelo Hugo ter conseguido essa medalha. Quando cheguei na seleção, ele já estava lá. É muito bom nós termos conquistado isso", afirmou Thiago Monteiro, após a medalha de ouro do país.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Hugo Hoyama vence 4º jogo, garante bi por equipes e alcança 10 ouros em Pans


Aos 42 anos, Hugo Hoyama pode ter participado de seu último Pan-Americano. Mas não deixará Guadalajara sem mais uma dourada no peito. Nesta segunda-feira, ele garantiu o terceiro e decisivo ponto para o Brasil na final por equipes contra a Argentina, garantiu o bicampeonato e chega assim a dez ouros na história da competição.

No início da disputa, Gustavo Tsuboi deixou o Brasil na frente ao bater Liu Song por 3 a 0, e Thiago Monteiro ampliou a vantagem contra Pablo Tabachnik por 3 a 1. A vitória hermana no confronto veio nas duplas, quando Song Liu e Gaston Alto bateram Hugo e Monteiro por 3 a 1. O maior medalhista de ouro do país, que vinha de três derrotas na competição, voltou no individual na quarta partida para vencer Pablo Tabachnik por 3 a 1 e garantir o título brasileiro.
Esta é a terceira medalha de ouro de Thiago Monteiro em Pans, a segunda de Gustavo Tsuboi (ambos estavam na conquista de 2007), mas para Hugo Hoyama é "apenas" a décima, mantendo-se como o maior medalhista pan-americano da história do Brasil, só duas à frente do nadador Thiago Pereira.

Na natação, Pereira tem ainda mais seis oportunidades de conquistar o lugar mais alto do pódio. O atleta chegou ao México com seis ouros e oito provas para nadar, sendo que nas duas já realizadas levou o ouro. Hoyama, por sua vez, ainda joga o torneio individual que começa nesta terça-feira, podendo chegar então a 11 ouros contra 14 do "concorrente".
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Reprodução/ESPN
Entre as mulheres, a República Dominicana venceu a Venezuela por 3 a 2 e conquistou o título por equipes. Depois de sair perdendo por 2 a 0, as venezuelanas buscaram o empate, mas a segunda vitória de Wu Xue garantiu o título para as dominicanas. A equipe brasileira acabou eliminada nas quartas de final da competição.

Veja a lista de medalhas de Hugo Hoyama em Jogos Pan-Americanos:

Indianápolis-1987
Ouro - Equipe
Prata - Duplas

Havana-1991
Ouro - Equipe
Ouro - Dupla
Ouro - Individual

Mar del Plata-1995Ouro - Equipe
Ouro - Dupla
Ouro - Individual

Winnipeg-1999Bronze - Equipe

Santo Domingo-2003
Bronze - Individual
Ouro - Individual

Rio de Janeiro-2007Ouro - Equipe
Bronze - Individual

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Tênis de Mesa


É um esporte de raquete, disputado entre dois jogadores ou duas duplas. Perde-se um ponto quando: se toca na mesa com a mão livre, se toca na rede ou no suporte que a sustenta. Até 2001, o diâmetro da bola era de 38 mm, mas foi aumentado para 40 mm com a intenção de gerar pontos mais longos e uma maior visibilidade nas transmissões de TV.
Para rebater a bola, usa-se uma raquete – que pode ser de qualquer tamanho, forma ou peso –, composta por uma parte de madeira e duas de borracha. Cada face da raquete tem de estar coberta com uma cor diferente. A velocidade da bola pode superar os 100 km/h.